ASSOCIAÇÃO PLANTAS DO NORDESTE

 

IMPLEMENTAÇÃO DO MANEJO FLORESTAL EM PROJETOS DE ASSENTAMENTOS NO ESTADO DE PERNAMBUCO




Ministério do Meio Ambiente – Programa Nacional de Florestas (MMA-PNF)


RELATÓRIO TÉCNICO FINAL
MAIO 2006 a ABRIL 2008


RECIFE, ABRIL 2008


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SUMÁRIO


1. Apresentação

2. Objetivo Geral

3. Objetivos Específicos

4. Estratégias nos Períodos

5. Situação atual de implementação do manejo nos PA

6. Acompanhamento dos PMFS junto à CPRH

7. Acompanhamento e avaliação técnica

8. Desenvolvimento das atividades

9. Produtos obtidos (fevereiro – abril 2008)

10. Equipe Técnica

11. Registro Fotográfico

Anexo 1: Quadro de Acompanhamento dos Processos

Relatório Final
Plano de Manejo Florestal Sustentável em Assentamentos Rurais do Estado de Pernambuco

PERIODO DE EXECUÇÃO:

Início do Projeto: maio de 2006
Término Previsto: abril de 2008


1. APRESENTAÇÃO

A APNE deu início em maio de 2006, após assinatura da Carta de Acordo de contribuição da FAO e Ministério do Meio Ambiente - MMA, às atividades para implementação do manejo florestal em projetos de assentamentos no estado de Pernambuco.
Este relatório detalha o acompanhamento das ações realizadas seguindo as etapas prescritas no projeto no período de maio de 2006 a abril de 2008. Este relatório Final é o Produto 6 da referida Carta de Acordo e detalha as atividades realizadas no decorrer de todo o projeto.


2. OBJETIVO GERAL

Contribuir para o desenvolvimento sustentável, uso racional dos recursos naturais e geração de emprego e renda mediante a implementação do manejo florestal de rendimento sustentado em 12 Projetos de Assentamentos no estado de Pernambuco.


3. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

3.1 Capacitar técnicos de extensão local e regional bem como os produtores rurais dos assentamentos selecionados, em manejo florestal e adequação ambiental;

3.2 Realizar o diagnóstico e o planejamento participativo do uso dos recursos naturais, principalmente florestais dos projetos de assentamento (PA) selecionados;

3.3 Elaborar os Planos de Manejo Florestal Sustentado (PMFS) para os PA’s selecionados e submeter até aprovação pelo CPRH;

3.4 Realizar o acompanhamento e a assessoria técnica para a implementação dos PMFS junto aos PA’s e em colaboração com organizações locais de ATER;

3.5 Desenvolver e implementar uma estratégia de comercialização adequada visando a agregação de valor, orientado por mecanismos de mercado justo.

4. ESTRATEGIAS NOS PERÍODOS



5. SITUAÇÃO ATUAL DE IMPLEMENTAÇÃO DO MANEJO NOS PA.

Abaixo se apresenta a relação dos 11 PA contemplados originalmente no edital e na proposta.

Quadro 1. Assentamentos contemplados na proposta inicial.

No quadro 2 apresenta-se a situação atual de atuação em cada PA selecionada no edital bem como dos PA’s alternativas identificados.

Quadro 2. Distribuição e situação atual dos Projetos de Assentamento.

Comentários quanto à seleção de novos PA’s

Dois novos PA’s foram identificados ambos em Serra Talhada-PE, são eles: PA Três Irmãos da Reforma Agrária (INCRA) e Malhada da Pedra do Crédito Fundiário (FUNTEPE). A visita de reconhecimento e avaliação foi realizada no PA Três Irmãos. Na ocasião foi verificado o potencial florestal e organizacional para dar início aos procedimentos de implementação.
Quanto à indicação do PA Malhada da Pedra, baseou-se no banco de dados cedido pelo FUNTEPE, restando uma avaliação in loco para confirmar o potencial florestal, grau de interesse e organização comunitária (aspectos legais). O FUNTEPE também solicitou o apoio para avaliar e implementar o manejo florestal no PA Melancia no município de Itapetim-PE.

Eficácia das seleções

+ Eficácia da seleção do edital: Dos 11 assentamentos selecionados originalmente, apenas 4 tiveram êxito na implementação do manejo florestal (36%). Adicionalmente, as áreas reais de manejo nos PA finais, representam apenas 58% da área prevista, o que significa uma redução significativa do potencial de geração de renda e emprego.

+ Ao todo, a APNE contatou e visitou outros 19 assentamentos. Destes, 8 tem o manejo florestal implementado (42%).

Estes resultados demonstram que há uma necessidade de um processo prévio de seleção adequada de PA potenciais e que o percentual de seleção definitiva para implementação do manjo está em torno de 40%. As principais razões de eliminação dos assentamentos para o manejo florestal são:

  • falta de recurso florestal apto para manejo (isto pode ser falta absoluta ou recurso florestal concentrado em Reserva Legal ou APP’s);
  • falta de interesse ou falta de consenso na comunidade/associação;
  • falta de documentação ou mapa correto conforme exigido pelas normas legais;
  • falta de complementação do processo de desapropriação.

 

O Quadro 3 apresenta o avanço obtido nos PA’s selecionados no período de maio 2006 a abril 2008.

Quadro 3. Grau de Avanço do processo de implementação do Manejo Florestal

ASSENTAMENTOS

No momento, 6 dos 12 planos de manejo protocolados na CPRH estão com a execução autorizada.

O quadro 04 apresenta uma análise do uso do solo dos diversos PA’s trabalhados.

Quadro 04. Uso do solo nos PA’s trabalhadas.

As Áreas de Preservação Permanente (APP’s) representam um percentual de 10,3% em relação ao total. Somando os 20,8% correspondente às áreas de Reserva Legal, resulta que 31,1% da área dos PA’s não são produtivas para os assentamentos.

A média para os 12 PA’s, referente às áreas de manejo florestal, representam 27,8 % e 25,2 da soma das áreas de todas as propriedades. Quanto à área destinada à agricultura em média 22,6%, representando 19,2% da área total.

Os 12 PA somam uma área total de 2.000 ha sob manejo. Comparando com a situação geral no Estado, em 2007 havia um total de 76 PMFS protocolados no IBAMA (antes da descentralização), dos quais apenas 26 PMFS ativos. Logo, o manejo nos assentamentos significou um aumento de 46% no número de PMFS no estado! Em termos de área, o conjunto dos PMFS protocolados representaria uma superfície manejada de 42.833 ha, das quais efetivamente manejadas em PMFS ativos, apenas 15.355 ha. Os PMFS dos assentamentos significam um acréscimo de 13% na área manejada no estado. O acréscimo em área é relativamente menor devido ao fato de se tratar de “pequenos agricultores” (assentamentos). Por sua vez, se consideramos que cada PMFS ativo (26) se refere a um único proprietário e considerando que os 12 assentamentos abrigam 244 famílias, em temos sociais, observa-se um aumento de 938%.

Não resta dúvida quanto ao impacto ambiental, social e institucional desta atividade.


O quadro 5 apresenta um resumo dos aspectos técnicos dos Planos de Manejo elaborados e o quadro 6 os aspectos sócio-econômicos respectivos.

Quadro 5. Aspectos técnicos dos PMFS elaborados.

Com exceção do PA Laginha e em menor grau do PA Paulista, o estoque médio por hectare é bastante significativo o que demonstra que estes PA’s dispõem de uma vegetação bastante conservada. Isto também é refletido pelo número de espécies encontrado nos inventários florestais.

Quadro 6. Aspectos sócio-econômicos dos PA’s.

O quadro 6 fornece uma idéia do potencial impacto sócio-econômico do manejo florestal para as famílias assentadas. Ao todo, estima-se uma ocupação de 7.059 dias.homens de trabalho com corte / transporte de lenha e produção de carvão nos 12 PA’s, com uma possível geração de R$ 183.491,00 de renda bruta.

Nestes 12 PA’s, ter-se-á em média 8,2 ha de caatinga manejada por família que promoverá uma renda média em torno de R$ 796,95 ao ano para cada uma. Contudo, há diferenças significativas entre os diversos PA’s (mínimo de R$ 271,00 e máximo de R$ 1.590,00), demonstrando a necessidade de um processo de seleção adequado para potencializar ao máximo o manejo e a sua contribuição à geração de renda e emprego na região.

Considerando a renda média obtida (R$ 796,95/ano) e o atual salário mínimo (R$ 415,00/mês), seria necessário que cada família dispusesse de 51 ha sob manejo com estoque médio de 124 st/ha. Considerando ainda a Reserva Legal de 20%, poderia se deduzir que o módulo mínimo para a viabilidade econômica e ambiental do manejo florestal da caatinga seria de 62 ha. Isto é duas vezes maior do que a área média por família encontrada nos 12 PA (30,1 ha) e da qual ainda 10% são APP´s. Desta forma fica evidente que os assentamentos, neste contexto, apenas poderão garantir o salário mínimo às famílias quando podem incorporar atividades produtivas muito mais rentáveis do que o manejo florestal.


6. Acompanhamento dos PMFS junto à CPRH

A APNE mantém o acompanhamento diário dos processos na CPRH. Salientam-se mais uma vez que não há pendências técnicas ou jurídicas a serem apresentadas. A justificativa dada pelo órgão ambiental, pela morosidade na tramitação interna dos processos entre os setores de Gerenciamento Florestal, Licenciamento e Jurídico da CPRH, é o número reduzido de funcionários e a demanda muito alta de processos.
Os Assentamentos do INCRA tiveram sua situação jurídica parcialmente resolvida: foram emitidos os Termos de Compromisso de Averbação de Reserva Legal e Manutenção de Florestas Manejadas. O quadro atual prevê que no futuro próximo, os demais PA’s terão os seus PMFS aprovados.
As etapas mais demoradas no processo de análise e aprovação dos PMFS são:

  • análise técnica e vistoria de campo (até 3 meses) - CPRH
  • averbação da Reserva Legal através do INCRA em cartório
  • emissão do licenciamento ambiental e aprovação dos PMFS – CPRH
O zelo para com o correto andamento seqüencial do processo e legalização formal de toda a documentação exige um prazo bastante demorado, intrínseco a estas tramitações. Contudo, geralmente não contribui em nada à correta implementação do manejo florestal da caatinga a qual deveria ser a preocupação orientadora. Entende-se ser fundamental encontrar formas de agilização da tramitação dos processos que não atrasem desnecessariamente a implantação do manejo (e conseqüente geração de renda e emprego, diminuição do corte e comercio ilegal, conservação dos recursos naturais) e que oferecem garantias legais mínimas. Já que a maioria das exigências demoradas consiste de documentação que está ou estará disponível e garantida, a alternativa de autorização provisória poderá ser considerada com prazo razoável (6 meses) para cumprimento de todas as exigências legais requeridas.

Apesar da morosidade na emissão da autorização, é importante ressaltar que todos os assentados mantêm-se persistentes e movidos pela esperança. Acreditam fielmente no manejo como oportunidade única de preservação e conservação ambiental, geração de emprego e renda na propriedade durante o período seco. Compreendem a importância de se trabalhar legalizado, no fortalecimento comunitário e na sustentabilidade dos assentamentos baseados na conservação da biodiversidade local.

Obs.: Todos os Assentamentos aguardam a autorização sem cometer danos ambientais, comércio ilegal de produtos florestais ou antecipar o início da exploração do talhão. Enquanto as propriedades circunvizinhas cometem danos ao meio e praticam o comércio ilegal de carvão e lenha (ver foto página 28).


7. Acompanhamento e avaliação técnica

7.1 Matriz de dificuldades e soluções do Projeto

7.2 Resumo dos resultados e produtos obtidos

A. Capacitação

A.1. De Agentes de ATER e assentados

  • Oficina de Nivelamento com Agentes de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER´s e SOS Sertão)
  • Curso em Construção e Operação de Forno Rabo Quente Melhorado para os Assentados
  • Participação como instrutores no Curso de Manejo Florestal para ATER em Pernambuco com elaboração de material didático, práticas de campo e aulas teóricas.
  • Elaboração do Manual em Construção e Operação de Forno Rabo Quente Melhorado
  • Realização do curso de apicultura para agricultores assentados e agentes de desenvolvimento local
  • Realização de curso e construção de fornos melhorados no PA São Lourenço

A.2. Da equipe técnica da APNE

Curso de formação de agentes de ATER em Sistemas Agroflorestais no bioma Caatinga – MDA

- 14 – 17.11.2006 – Eng. Florestal Danilo Gomes Soares
- 21 – 26.04.2008 – Eng. Florestal João Paulo Ferreira da Silva

B. Capacitação sobre manejo florestal da caatinga para assentamentos

  • Todos os 12 assentamentos.


C. Dias de campo

  • 7 dias de campo com representantes dos 12 assentamentos e um com produtores da Paraíba e representante da SOS Sertão.


D. Diagnóstico Rural Participativo

  • Realização de 12 Diagnósticos Rurais Participativos e respectivo planejamento do uso da terra de cada PA.


E. Planos de Manejo Florestal Sustentado e licenciamento ambiental

  • Elaboração e protocolo de 12 Planos de Manejo Florestal Sustentado na CPRH a partir dos inventários florestais das áreas específicas com confecção de 12 mapas georreferenciados (plani-altimétricos) com as definições de uso e ocupação do solo das propriedades.
  • 6 planos já aprovados e em fase de execução.
  • Licenciamento ambiental dos PA’s do Crédito Fundiário e apoiar o licenciamento ambiental dos PA’s do INCRA.
  • Acompanhamento dos Processos na CRPH e articulação com INCRA e FUNTEPE


F. Assistência técnica e extensão florestal e rural nos Assentamentos

  • Assistência técnica integral nos assentamentos.
  • Acompanhamento da execução dos PMFS dos PA Sítio do Meio e Pipoca.


G. Estudos relacionados

  • Estudo de mercado complementar e viabilidade econômica de diferentes formas de produção e comercialização (2º semestre de 2007).
  • Estudo dos fatores limitantes e potencialidades para geração de emprego e renda em assentamentos rurais no sertão de Pernambuco (consultora Palloma Cavalcanti Rezende Braga) (final de 2007).
  • Lista de Assentamentos potenciais do INCRA e do Crédito Fundiário para implementação do manejo florestal da caatinga no futuro.


H. Seminários e Oficinas

H.1. Internos

  • Oficina de Avaliação do Manejo Florestal em Assentamentos (23-26.10.07).
  • Primeira Oficina de Intercâmbio Interinstitucional em Manejo Sustentável da Caatinga (novembro 2007)
  • Segunda Oficina de Intercâmbio Interinstitucional em Manejo Sustentável da Caatinga (fevereiro 2008).

H.2. Externos

Participação na Conferência internacional sobre Manejo e Empreendimentos Florestais Comunitários em Rio Branco-AC (ITTO) 2007 (membro da equipe João Paulo Ferreira da Silva e assentado Anísio Antônio da Silva.


I. Página na Internet e SIG

  • http://www.plantasdonordeste.org/proj_assentamento/index.htm
    A página apresenta todos os produtos e resultados obtidos, garantindo disponibilidade ao público em geral e a transparência das ações.
  • Na mesma página é disponibilizado o Sistema de Informações Geográfico com os metadados dos Assentamentos e respectivos Planos de Manejo Florestal.


J. Difusão dos resultados

J.1. Reconhecimento do trabalho através do recebimento do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social – Edição 2007 (Banco do Brasil, Petrobrás e UNESCO).

J.2. Divulgação na CPRH
Veiculação de dois releases na página da CPRH, Diário Oficial de Pernambuco e jornal eletrônico da SBEF sobre o trabalho realizado (novembro 2007 e abril 2008).

J.3. Apresentação do projeto e dos resultados

  • Palestra no Seminário “Manejo Florestal Sustentado da Caatinga” no período de 21 a 23 de novembro de 2007, organizado pela Rede de Manejo Florestal da Caatinga e Projeto GEF Caatinga.
  • Palestra na Comemoração do Dia Nacional da Caatinga no dia 28.04.2008 no IPA em Recife organizado pelo Comitê Estadual da Reserva da Biosfera da Caatinga de Pernambuco.
  • Palestra para estudantes de engenharia florestal do Programa PET no curso de Engenharia Florestal da UFRPE (18/04/2007)
  • Palestra para estudantes de engenharia florestal na atividade Quarta Florestal realizada pelo Programa PET no curso de Engenharia Florestal da UFRPE (30/04/2008)

J.4. Artigo técnico

• Elaboração e publicação (no prelo) do artigo “Manejo florestal da caatinga: uma alternativa de desenvolvimento sustentável em projetos de assentamentos rurais do semi-árido em Pernambuco” na Revista Estatística Florestal – 1ª edição (APNE – GEF Caatinga)

J.5. Elaboração e distribuição de Banner informativo

Matriz de Impacto do Projeto

O investimento realizado pelo Projeto (R$ 205.000,00) equivale a um investimento de R$ 840,00 por família assentada com PMFS, equivalente à renda anual média gerada pela atividade. Conclui-se que é um investimento válido e de rápido retorno.

 

8. Desenvolvimento das atividades

O quadro 7 apresenta o efetivo cronograma de implementação das atividades do Projeto.

 

9. Desenvolvimento das atividades no último período (fevereiro-abril 2008)

O Quadro 8 apresenta de forma cronológica todas as atividades realizadas no decorrer dos meses de fevereiro a abril e a respectiva atividade programada na proposta do Projeto. Este quadro permite obter uma visão detalhada das etapas e dos prazos envolvidos na execução desta fase do Projeto.

Quadro 8: Desenvolvimento das atividades de campo durante os três últimos meses.

Obs.: todo o processamento dos dados foi realizado na sede da APNE Recife e na Extensão APNE - Serra Talhada.

10. Produtos obtidos (fevereiro a abril 2008)
(clique nos tópicos destacados para link direto)

10.1. 2ª Oficina de Intercâmbio em Manejo Florestal

. Relatório da Oficina


10.2. Sistema de Informações Georreferenciadas

. SIG – Sistema de Informações Georreferenciadas - Projeto Assentamentos
http://www.plantasdonordeste.org/proj_assentamento/index.htm


10.3. Banner Assentamentos

. Banner Assentamentos


10.4. Publicações e Artigos Técnicos

. Artigo técnico “Manejo florestal da caatinga: uma alternativa de desenvolvimento sustentável em projetos de assentamentos rurais do semi-árido em Pernambuco.”

. Duas notícias veiculadas pela CPRH sobre o manejo em assentamentos.


10.5 Curso de Apicultura

. Relatório do Curso de apicultura para assentados.


10.6 Autorizações dos 4 PMFS

. Autex de São Lourenço, Poldrinho, Laginha e Paraíso


10.7 Lista de PA potenciais

. Lista de PA com potencial para futura implantação do Manejo florestal (INCRA e Crédito Fundiário)

 

11. Equipe Técnica

Frans Germain C. Pareyn - Engenheiro Florestal - APNE
Danilo Gomes Soares - Engenheiro florestal - APNE
João Paulo F. da Silva - Engenheiro florestal - APNE
Josenilson Laurentino da Silva - Técnico Agrícola - APNE
Edílson Sebastião da Silva - Técnico Agrícola - APNE

11. Registro Fotográfico


Intercâmbio Interinstitucional
Apresentação do Projeto Assentamento


Intercâmbio Interinstitucional – Visita ao Plano de Manejo
do PA Sítio do Meio – Ingazeira – PE (26/002/08)


Cubagem das parcelas no PA Cachauí
São José do Belmonte - PE


Flagrante do comércio ilegal de carvão
Região de atuação do Projeto - (março de 2008)



Visita de reconhecimento
PA Três Irmãos – Serra Talhada


Visita de acompanhamento do Plano de Manejo Pipoca – Floresta – PE