HERBÁRIO GERALDO MARIZ (UFP) -  Universidade Federal  de Pernambuco

A logomarca do herbário UFP foi idealizada pelo ilustre artista plástico pernambucano, Francisco Brennand, em 2004, a qual designou genericamente de ´´Floral´´
 
  • Histórico
 

   O Herbário UFP - Geraldo Mariz, pertencente ao Departamento de Botânica da Universidade Federal de Pernambuco, foi fundado em 1968 e indexado nesse mesmo ano, pelo botânico farmacêutico Dr. Geraldo Mariz. A partir de 1987, com a construção da edificação própria do Departamento de Botânica, do Centro de Ciências Biológicas, o Herbário UFP passou a funcionar no primeiro andar do edifício sede da referida Unidade, sob a curadoria desde 1996, de Marlene Barbosa. Desde dezembro de 2003, o Herbário UFP encontra-se cadastrado pelo Ministério do Meio Ambiente, de acordo com Deliberação número 48, do Departamento do Patrimônio Genético, identificando-se como instituição pública nacional de pesquisa fiel depositária de amostra de componente do patrimônio genético, sendo o primeiro no Estado de Pernambuco.

           É pertinente ressaltar que o Herbário UFP foi o único acervo do Nordeste a compor o documento “Carta de Brasília”, que negociou em 18/12/2002, com mais vinte instituições, junto aos Ministérios de Ciência e Tecnologia e de Meio Ambiente, a proposta de implantação da Plataforma NATURALIS, ou seja, de uma rede para integrar as Coleções Biológicas do Brasil.
As coleções do Herbário UFP estão sendo informatizadas desde 05/01/2001, dentro do Programa Plantas do Nordeste, subprojeto ”Informação, Disseminação e Treinamento/SIDT”, com o apoio do Centro Nordestino de Informações sobre Plantas/CNIP e Associação Plantas do Nordeste/APNE. Neste, foi destinada uma cota de bolsa ITI-1A para aluno de graduação, proc.:190128/01-0,  sob a orientação do CNIP. Para essa atividade, adotou-se o sistema BRAHMS 5 (Botanical Research and Herbarium Manegement System). O bolsista foi capacitado através de um mini-curso, para a utilização do Software BRAHMS 5, em 01/02/2002, pelo Coordenador do projeto BRAHMS, Sr. Denis Filer, no Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro. A digitação de informações é realizada por meio do módulo de entrada rápida de dados (RDE), contendo os campos definidos à partir das fichas que acompanham cada exsicata. A atividade é realizada alternando-se sucessivamente famílias fanerogâmicas com famílias criptogâmicas.

   Atualmente, a informatização está tendo continuidade, graças ao atual projeto ´´Base de dados Consolidada das Plantas e Fungos do Nordeste do Brasil com enfoque na conservação´´- Edital CT-BIOTEC/MCT/CNPq, Proc. 021/2005, sob a coordenação da Profª Drª Mª Regina de Vasconcellos Barbosa, por meio do BRAHMS versão 5.46.

www.ufpe.br/herbarioufp