Relatório Final - 2007
Principais resultados obtidos até maio de 2006:
  • Uma visita de contatos e universo da região diagnosticou todas as comunidades/assentamentos de alta produção de carvão nos três municípios, tendo como produto final uma lista contendo 33 Sítios e 6 Assentamentos. (veja a lista)
  • O cadastro de produtores de carvão possibilitou a seleção/identificação de 17 produtores interessados em implementar o manejo florestal sustentável em suas propriedades. Esta ação contou com o apoio da Secretaria de Agricultura do município de Custódia em parceria com a APNE. Segue abaixo a relação de produtores. (veja a lista)
  • Realização de Dia de campo com Assentamentos de Sertânia e Betânia no Sítio Feliciano – Sertânia contou com a participação de 20 assentados, para a discussão e difusão sobre manejo da caatinga com os produtores de diversas comunidades da região.
  • Implementada uma área demonstrativa de manejo no Sítio Feliciano – Sertânia, na propriedade do Sr. Artur com o objetivo de realizar dias de campo e/ou visita de intercâmbio entre produtores, técnicos, instituições, ongs, entre outros. (banner)
 
  • Oficina de avaliação: impacto das ações de manejo florestal sustentável da caatinga em pequenas e médias propriedades rurais da região do Moxotó em Pernambuco. Esta avaliação foi realizada pelo Consultor Marcelino Lima como parte da estratégia da Associação Plantas do Nordeste (APNE) como elemento importante do processo de monitoramento de resultados do projeto “Manejo Florestal sustentável da caatinga em pequenas e médias propriedades rurais da Região do Moxotó – PE” viabilizado pelo “Tropical Forest Programme” do “Flemish Ministry of Environment” do governo Belga em convênio com a APNE. Este relatório resulta de uma avaliação processual do manejo florestal com pequenos produtores acompanhados pela APNE.
   
  • O trabalho sobre Rendimento de Dois Tipos de Fornos de Carvoejamento no Semi-Árido Pernambucano será publicado em maio de 2006, no âmbito do Projeto GEF Caatinga, como Boletim Técnico. (veja o arquivo)
  • Foi produzida uma planilha de avaliação de custo de elaboração e implementação de Plano de Manejo Florestal Sustentado Simplificado - PMFSS para avaliação das diversas situações como reconhecimento e mapeamento, inventário, pós-inventário e marcação 1º talhão e Reserva Legal e vistoria IBAMA em propriedade com área de manejo < 50 há; 50-100 há e 100-150 há. Isto reflete o custo puro e simples para a elaboração do Plano. (baixe o arquivo)
  • O estudo de viabilidade econômica teve como objetivo analisar a viabilidade econômica do manejo na caatinga do Sertão do Moxotó, definindo estratégias de ação para os pequenos e médios produtores que garantam sua sustentabilidade e independência e especificamente quantificar a demanda de energéticos florestais (carvão e lenha) nos setores domiciliar, industrial e comercial, e ainda o compará-la com o uso de GLP (gás liquefeito de petróleo); Propor possíveis soluções para a comercialização com o intuito de aumentar receita dos produtos de recursos florestais da caatinga, incluindo possíveis mercados não explorados; comercialização via associação (cooperativas), etc; Detalhar possíveis planos de financiamento, seus custos e viabilidade econômica. (em anexo)
  • A produção do folder sobre manejo florestal com informações ao produtor sobre procedimentos necessários para implantação de um Plano de Manejo Florestal Simplificado (PMFS) foi distribuído durante os dias de campos entre os participantes (folder)
  • Desde o final de 2003, a APNE vem desenvolvendo ações de manejo florestal junto a pequenos produtores rurais dos municípios de Sertânia, Betânia e Custódia e atualmente oito planos simplificados encontram-se em andamento. Neste contexto, submetemos uma questão operacional-administrativa ao IBAMA sobre a Taxa de Vistoria de R$289,00 (até 250 há), solicitando a isenção da taxa para PMFS Simplificado, visto que as áreas manejadas sempre são bastante reduzidas (<70 há) e áreas exploradas anualmente oscilam entre 1 e 4 há, com ciclo de corte de 15 anos. Até 2005 os planos de manejo simplificados foram isentos do pagamento da taxa. Hoje, os pequenos produtores rurais da região do Moxotó – PE, através de um abaixo-assinado enviado ao IBAMA – Brasília vêm reforçar a necessidade de revisão do procedimento em questão. (em anexo)
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