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Uma visita de
contatos e universo da região diagnosticou
todas as comunidades/assentamentos de alta produção
de carvão nos três municípios,
tendo como produto final uma lista contendo 33 Sítios
e 6 Assentamentos. (veja
a lista)
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O cadastro de
produtores de carvão possibilitou a seleção/identificação
de 17 produtores interessados em implementar o manejo
florestal sustentável em suas propriedades.
Esta ação contou com o apoio da Secretaria
de Agricultura do município de Custódia
em parceria com a APNE. Segue abaixo a relação
de produtores. (veja
a lista)
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Implementada uma
área demonstrativa de manejo no Sítio
Feliciano – Sertânia, na propriedade
do Sr. Artur com o objetivo de realizar dias de
campo e/ou visita de intercâmbio entre produtores,
técnicos, instituições, ongs,
entre outros. (banner)
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O trabalho sobre
Rendimento de Dois Tipos de Fornos de Carvoejamento
no Semi-Árido Pernambucano será publicado
em maio de 2006, no âmbito do Projeto GEF
Caatinga, como Boletim Técnico. (veja
o arquivo)
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Foi produzida
uma planilha de avaliação de custo
de elaboração e implementação
de Plano de Manejo Florestal Sustentado Simplificado
- PMFSS para avaliação das diversas
situações como reconhecimento e mapeamento,
inventário, pós-inventário
e marcação 1º talhão e
Reserva Legal e vistoria IBAMA em propriedade com
área de manejo < 50 há; 50-100
há e 100-150 há. Isto reflete o custo
puro e simples para a elaboração do
Plano. (baixe o arquivo)
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O estudo de viabilidade
econômica teve como objetivo analisar a viabilidade
econômica do manejo na caatinga do Sertão
do Moxotó, definindo estratégias de
ação para os pequenos e médios
produtores que garantam sua sustentabilidade e independência
e especificamente quantificar a demanda de energéticos
florestais (carvão e lenha) nos setores domiciliar,
industrial e comercial, e ainda o compará-la
com o uso de GLP (gás liquefeito de petróleo);
Propor possíveis soluções para
a comercialização com o intuito de
aumentar receita dos produtos de recursos florestais
da caatinga, incluindo possíveis mercados
não explorados; comercialização
via associação (cooperativas), etc;
Detalhar possíveis planos de financiamento,
seus custos e viabilidade econômica. (em anexo)
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A produção
do folder sobre manejo florestal com informações
ao produtor sobre procedimentos necessários
para implantação de um Plano de Manejo
Florestal Simplificado (PMFS) foi distribuído
durante os dias de campos entre os participantes
(folder)
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Desde o final
de 2003, a APNE vem desenvolvendo ações
de manejo florestal junto a pequenos produtores
rurais dos municípios de Sertânia,
Betânia e Custódia e atualmente oito
planos simplificados encontram-se em andamento.
Neste contexto, submetemos uma questão operacional-administrativa
ao IBAMA sobre a Taxa de Vistoria de R$289,00 (até
250 há), solicitando a isenção
da taxa para PMFS Simplificado, visto que as áreas
manejadas sempre são bastante reduzidas (<70
há) e áreas exploradas anualmente
oscilam entre 1 e 4 há, com ciclo de corte
de 15 anos. Até 2005 os planos de manejo
simplificados foram isentos do pagamento da taxa.
Hoje, os pequenos produtores rurais da região
do Moxotó – PE, através de um
abaixo-assinado enviado ao IBAMA – Brasília
vêm reforçar a necessidade de revisão
do procedimento em questão. (em anexo)
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